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Apesar de todos os avanços da ciência, o câncer ainda assusta e causa medo a cada novo diagnóstico. Não é para menos, a mortalidade ainda é alta em alguns tipos da doença, tendo isso em mente, o melhor caminho é, sem dúvida, o da prevenção. Para ajudar não só na prevenção da doença, mas na busca de uma melhor qualidade de vida, a Oncominas lista os principais fatores de risco, como fazer para se proteger e ter uma vida mais saudável.

Câncer de mama: detecção precoce

O câncer de mama diagnosticado em fases iniciais pode alcançar, estatisticamente, 95% de chances de cura, desde que o tratamento seja todo feito de forma correta de acordo com as indicações do seu oncologista. Para que se obtenha sucesso no diagnóstico precoce são fundamentais duas medidas simples que a mulher pode adotar: 1 – Autoexame das mamas: a mulher deve conhecer o seu corpo para que possa notar caso hajam diferenças em algum estágio da vida, portanto ela deve fazer a observação

Você sabe o que é imunoterapia?

É uma opção de tratamento oncológico que tem avançado e trazido ótimos resultados nos últimos anos. O nosso corpo é preparado para destruir células que se devolvem de forma anormal (câncer), entretanto, alguns tumores desenvolvem mecanismos para “desligar” a resposta imunológica do nosso organismo, um exemplo de chave “liga e desliga”. O mais conhecido e estudado mecanismo é a ligação do PD-L1 com a proteína PD-1. Ao se ligarem estas duas moléculas, uma no tumor e outra no linfócito (célula de

CÂNCER DE COLORRETAL

O câncer colorretal consiste nos tumores que acometem os cólons (ascendente/direito, transverso e descendente/esquerdo) e o reto. Inicia-se a partir de pólipos no intestino que,se não forem removidos, evoluem para tumores. Apresenta pouca relação hereditária, ficando nestes casos restritos somente a síndromes polipoides familiares e outras síndrome genéticas mais raras como a Sd. Lynch. É o terceiro tipo de câncer mais frequente entre os homens e o segundo entre as mulheres. Estimam-se 36 mil novos casos no Brasil em 2018.

NÃO É MITO: FUMANTE PASSIVO ESTÁ SUJEITO, SIM, A CÂNCERES, DERRAMES E ALERGIAS

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), há aproximadamente dois bilhões de pessoas que estão no grupo de fumantes passivos no mundo. A OMS estima também que o contingente de indivíduos expostos ao problema chega a ser de 14,5 milhões de pessoas no Brasil. Fumantes passivos têm 30% de chance a mais de desenvolver câncer de pulmão. Está bem documentado o aumento do risco de câncer de pulmão, bexiga, rim dentre outros tipos de câncer entre os fumantes passivos. Outras