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Apesar de todos os avanços da ciência, o câncer ainda assusta e causa medo a cada novo diagnóstico. Não é para menos, a mortalidade ainda é alta em alguns tipos da doença, tendo isso em mente, o melhor caminho é, sem dúvida, o da prevenção. Para ajudar não só na prevenção da doença, mas na busca de uma melhor qualidade de vida, a Oncominas lista os principais fatores de risco, como fazer para se proteger e ter uma vida mais saudável

Posso herdar um câncer de minha mãe, avó ou tias maternas?

Não há uma resposta simples para esta questão. Algumas alterações genéticas são associados com um risco aumentado de câncer da mama. Em famílias que tem um gene anormal, a alteração pode ser transmitida para demais familiares. Entretanto, apenas cerca de 15% das mulheres com câncer de mama tem um gene anormal herdado para esta doença. Há outros fatos importantes para lembrar: ⁃ Só porque sua mãe ou outra parente teve câncer de mama, não significa que você também terá esta doença; ⁃ A maioria das

Silicone causa câncer de mama?

Não. Não existe relação entre colocar silicone com o câncer de mama, mas a cirurgia provoca cicatrizes nas mamas que podem dificultar a visualização de alterações. Por isso, se você já colocou silicones ou se você tem qualquer tipo de cicatriz nas mamas, é bom ficar ainda mais atenta aos sintomas da doença.

A idade aumento o risco de ter câncer de mama?

A idade é um importante fator de risco para a doença. Para você ter uma ideia, quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos. Por isso, é importante que a mulher faça a mamografia anualmente e converse com um profissional para, a partir de sua história familiar e de outras características pessoais, traçar estratégias eficazes para o rastreio da doença.

Hábitos saudáveis contribuem para evitar o câncer de mama?

Já é unanimidade entre oncologistas que fatores como sedentarismo e obesidade contribuem para o desenvolvimento da doença. Por isso, a prática de atividade física é fortemente recomendada por especialistas como método de prevenção – embora não seja possível afirmar que somente levar uma vida ativa seja suficiente para evitar o câncer.